domingo, 12 de setembro de 2010

Prece do servidor das luzes cristicas




Com a alma cheia de amor entrego-me Senhor ao teu labor de luz, e, silenciosamente em espírito me achego ao teu generoso coração.

Diante do teu poder e da necessidade, faz de mim um instrumento do trabalho universal.

Eis-me de braços abertos a magnitude do teu coração.

Senhor, me tenha como teu trabalhador e faz-me ver a importância das luzes crísticas em favor de todas tuas criaturas.

Elevo-me neste momento e sempre para que eu possa ser verdadeiramente um dos teus fervorosos discípulos.

Deposito aos teus pés todo meu amor, toda minha vontade de servir. E de onde quer que eu possa estar, deixa-me ir contigo e os teus mensageiros para que juntos levemos a grandeza e a singeleza do teu amor para com todos que ainda sofrem e também por aqueles que estão vinculados ao imperativo do momento transformador de suas almas benditas em conúbio com o aroma de tuas perfumadas luzes curativas e regenerantes!

Senhor, a qualquer momento conduz-me aos recantos de dor para que sintonizados contigo levemos saúde, alegria, renovação, amor e paz!

Senhor, que cada um dos teus filhos possa se alistar nas fileiras de luz para tornar-se um mensageiro amado das luzes do teu puro e santo amor para fazer o planeta terra mais amado.

Que a luz nos envolva trazendo crescimento aos nossos espíritos e a todas as almas na doçura do teu terno e irradiante olhar.

Francisco

Canal: Francyska Almeida-Fortaleza-Ce.

Conexão e sintonia com a luz azul


A luz mariana nos sobrevém como um bálsamo reparador.

Ao nos envolver com essas energias de docilidade, sentimos que a nossa responsabilidade cresce em relação a vida.

Desejamos entrar em contato com essa pureza.

A sensação é a de que temos a vontade de darmos o nosso salto maior em relação à evolução.

Mas, sabemos o quanto é difícil o desvencilhar das agruras do passado.

O orgulho intricado na alma responde automaticamente aos prazeres mundanos.

Ninguém ver a luz em sua totalidade, porque não se tem todo alcance da amplitude do seu raio verdadeiro.

A luz do universo é distribuída aos canais de Deus, sejam da terra sejam dos céus.

Cada um vai em busca da sua porção de acordo como a sua índole interna pede.

Maria de Nazaré se subdivide a todos os corações com o seu imenso azul atingindo aos que já se integraram ao trabalho crístico bem como aqueles que ainda não vivem preocupados com a sua espiritualidade.

Como trabalhadores do Cristo e de Maria, a nossa grande mãe celeste, ainda não nos completamos com o aspecto maior da sua luz.

Em contato com a sua grandiosidade nos deslumbramos e experimentamos o que a luz nos proporciona.

As luzes nos ensinam que como remanescentes da cultura divina necessitamos favorecer a milhões com o nosso amor.

Entrar na energia mariana nos dará uma senha azul a qual vamos poder manipular com o pensamento as suas doces e ternas luzes.

Estamos no sagrado da vida.

Maria de Nazaré nos convida a esse grande festim.

A alma desarvorada se compromete energeticamente e contamina a outras que por acaso estejam perto. Por isso a terra precisa de equilíbrio e da energia da calma. Portanto, não percamos essa oportunidade de parceira com essa conexão de amor azul.

Entrem por essa porta de luz para o acesso a renovação do vosso ser. Reeduquem pois as vossas mentes.

Reúnam-nas em meditação, em visualizações!

Sintam-se amparados nesse momento pelo universo.

A paz é um instrumento visível capaz de transformar as criaturas mais endurecidas. Desejem esta em paz.

Quem pode reagir contrariamente à delicadeza, a brandura e a firmeza de uma criatura?

Elevem-se, pois em luz. Distribuam essa luz que de graça está para vocês.

O Cristo é a luz maior e Ele delega a sua Mãe e nossa mãe a projeção amorosa das luzes azuis bem como de outras cores.

Amemos a nós mesmos. Amemos a oportunidade de crescimento que o universo nos entrega.

Amemos ao Cristo, o sol branco e irradiante de Deus.

Amemos Maria Santíssima e a todos aqueles que vibram em refinada sintonia que não vês.

Purifiquem as suas mentes.

Maria lhes envia esse recado: Meus filhinhos, não se canseis. Acalmem-se em meditação criativa, em harmonia, em luz!

Assim, juntos estamos para lhe oferecer o nosso carinho através das santas luzes envasadas de Maria e do Cristo.

Esperamos-lhes para meditações silenciosas, criativas, harmonizantes e serenas.

Com amor azul, estamos convosco como trabalhadores e trabalhadores de Maria de Nazaré a nossa Rainha de amor que está nos nossos e no vosso coração.

A corte de luz azul celeste

Canal: Francyska Almeida-091109-Fort-Ce.

Vozes do espírito




A natureza é minha mãe

O universo é o meu caminho

A eternidade é meu reino

A imortalidade é minha vida

A mente é meu lar

O coração é meu templo

A verdade é meu culto

O amor é minha lei

A forma em si é minha manifestação

A consciência é meu Guia

A paz é meu abrigo

A experiência é minha escola

O obstáculo é minha lição

A dificuldade é meu estímulo

A alegria é meu cântico

A dor é meu aviso

A luz é minha realização

O trabalho é minha bênção

O amigo é meu companheiro

O adversário é meu instrutor

O próximo é meu irmão

A luta é minha oportunidade

O passado é minha advertência

O presente é minha realidade

O futuro é minha promessa

O equilíbrio é minha atitude

A ordem é minha senha

A beleza é meu ideal

A perfeição é meu destino.



Chico Xavier / O espírito

Livro: Mediunidade e paz

O Estranho Mundo dos Suicidas



Freqüentemente somos procurados por iniciantes do Espiritismo, para explicações sobre este ou aquele ponto da Doutrina.


Tantas são as perguntas, e tão variadas, que nos chegam, até mesmo através de cartas, que chegamos à conclusão de que a dúvida e a desorientação que lavram entre os aprendizes da Terceira Revelação partem do fato de eles ainda não terem percebido que, para nos apossarmos dos seus legítimos ensinamentos, havemos de estabelecer um estudo metódico, parcelado, partindo da base da Doutrina, ou exposição das leis, e não do coroamento, exatamente como o aluno de uma escola iniciará o curso da primeira série e

não da quarta ou da quinta.


Desconhecendo a longa série dos clássicos que expuseram as leis transcendentes em que se firmam os valores da mesma Doutrina, não somente nos veremos contornados pela confusão, impossibilitados de um sadio discernimento sobre o assunto, como também o sofisma, tão perigoso em assuntos de Espiritismo, virá em nosso encalço, pois não saberemos raciocinar devidamente, uma vez que só a exposição das leis da Doutrina nos habilitará ao verdadeiro raciocínio.


Procuraremos responder a uma dessas perguntas, de vez que nos chegou através de uma carta, pergunta que nos afligiu profundamente, visto que fere assunto melindroso, dos mais graves que a Doutrina Espírita costuma examinar.


A dita pergunta veio acompanhada de interpretações sofismadas, próprias daquele que ainda não se deu ao trabalho de investigar o assunto para deduzir com a segurança da lógica. Pergunta o missivista:


- Um suicida por motivos nobres sofre os mesmos tormentos que os demais suicidas? Não haverá para ele uma misericórdia especial?


E então respondemos:


- De tudo quanto, até hoje, temos estudado, aprendido e observado em torno do suicídio à luz da Doutrina Espírita, nada, absolutamente, nos tem conferido o direito de crer que existam motivos nobres para justificar o suicídio perante as leis de Deus.


O que sabemos é que o suicídio é infração às leis de Deus, considerada das mais graves que o ser humano poderia praticar

ante o seu Criador.


Os próprios Espíritos de suicidas são unânimes em declarar a intensidade dos sofrimentos que experimentam, a amargura da situação em que se agitam, conseqüentes do seu impensado ato.


Muitos deles, como o grande escritor Camilo Castelo Branco, que advertiu os homens em termos veementes, em memorável comunicação concedida ao antigo médium Fernando de Lacerda, afirmam que a fome, a desilusão, a pobreza, a desonra, a doença, a cegueira, qualquer situação, por mais angustiosa que seja,, sobre a Terra, ainda seria excelente condição "comparada ao que de melhor se possa atingir pelos desvios do suicídio".


Durante nosso longo tirocínio mediúnico, temos tratado com numerosos Espíritos de suicidas, e todos eles se revelam e se confessam superlativamente desgraçados no Além túmulo, lamentando o momento em que sucumbiram.


Certamente que não haverá regra geral para a situação dos suicidas. A situação de um desencarnado, como também de um suicida, dependerá até mesmo do gênero de vida que ele levou na Terra, do seu caráter pessoal, das ações praticadas antes de morrer.


Num suicídio violento como, por exemplo, os ocasionados sob as rodas de um trem de ferro, ou outro qualquer veículo, por uma queda de grande altura, pelo fogo, etc., necessariamente haverá traumatismo perispiritual e mental muito mais intenso e doloroso que nos demais.


Mas a terrível situação de todos eles se estenderá por uma rede de complexos desorientadores, implicando novas reencarnações que poderão produzir até mesmo enfermidades insolúveis, como a paralisia e a epilepsia, descontroles do sistema nervoso, retardamento mental, etc.Um tiro no ouvido, por exemplo, segundo informações dos próprios Espíritos de suicidas, em alguns casos poderá arrastar à surdez em encarnação posterior; no coração, arrastará a enfermidades indefiníveis no próprio órgão, conseqÜência essa que infelicitará toda uma existência, atormentando-a por indisposições e desequilíbrios insolúveis

.

Entretanto, tais conseqüências não decorrerão como castigo enviado por Deus ao infrator, mas como efeito natural de uma causa desarmonizada com as leis da vida e da morte, lei da Criação, portanto.


E todo esse acervo de males será da inteira responsabilidade do próprio suicida. Não era esse o seu destino, previsto pelas leis divinas. Mas ele próprio o fabricou, tal como se apresenta, com a infração àquelas leis. E assim sendo, tratando-se, tais sofrimentos, do efeito natural de uma causa desarmonizada com leis invariáveis, qualquer suicida há de suportar os mesmos efeitos, ao passo que estes seguirão seu próprio curso até que causas reacionárias posteriores os anulem.


No caso proposto pelo nosso missivista, poderemos raciocinar, dentro dos ensinamentos revelados pelos Espíritos, que o suicida poderia ser sincero ao supor que seu suicídio se efetivasse por um motivo nobre.


Os duelos também são realizados por motivos que os homens supõem honrosos e nobres, assim como as guerras, e ambos são infrações gravíssimas perante as leis divinas.


O que um suicida suporia motivo honroso ou nobre, poderia, em verdade, mais não ser do que falso conceito, sofisma, a que se adaptou, resultado dos preconceitos acatados pelos homens como princípios inabaláveis.


A honra espiritual se estriba em pontos bem diversos, porque nos induzirá, acima de tudo, ao respeito das mesmas leis. Mas, sendo o suicida sincero no julgar que motivos honrosos o impeliram ao fato, certamente haverá atenuantes, mas não justificativa ou isenção de responsabilidades.


Se assim não fosse, o raciocínio indica que haveria derrogação das próprias leis de harmonia da Criação, o que não se poderá admitir.


Quanto à misericórdia a que esse infrator teria direito como filho de Deus, não se trataria, certamente, de uma "misericórdia especial". A misericórdia de Deus se estende tanto sobre esse suicida como sobre os demais, sem predileções nem protecionismo.


Ela se revela no concurso desvelado dos bons Espíritos, que auxiliarão o soerguimento do culpado para a devida reabilitação, infundindo-lhe ânimo e esperança e cercando-o de toda a caridade possível, inclusive com a prece, exatamente como na Terra agimos com os doentes e sofredores a quem socorremos.


Estará também na possibilidade de o suicida se reabilitar para si próprio, através de reencarnações futuras, para as duas sociedades, terrena e invisível; as quais escandalizou com o seu gesto, e para as leis de Deus, sem se perder irremissivelmente na condenação espiritual.


De qualquer forma, com atenuantes ou agravantes, o de que nenhum suicida se isentará é da reparação do ato que praticou com o desrespeito às leis da Criação, e uma nova existência o aguardará, certamente em condições mais precárias do que aquela que destruiu, a si mesmo provando a honra espiritual que infringira.


O suicídio é rodeado de complexos e sutilezas imprevisíveis, contornado por situações e conseqüências delicadíssimas, que variam de grau e intensidade diante das circunstâncias. As leis de Deus são profundas e sábias, requerendo de nós outros o máximo equilíbrio para estudá-las e aprendê-las sem alterá-las com os nossos gostos e paixões

.

Assim sendo, que fique bem esclarecido que nenhum motivo neste mundo será bastante honroso para justificar o suicídio diante das leis de Deus. O suicida é que poderá ser sincero ao supor tal coisa, daí advindo então atenuantes a seu favor.


O melhor mesmo é seguirmos os conselhos dos próprios suicidas que se comunicam com os médiuns: - Que os homens suportem todos os males que lhes advenham da Terra, que suportem fome, desilusões, desonra, doenças, desgraças sob qualquer aspecto, tudo quanto o mundo apresente como sofrimento e martírio, porque tudo isso ainda será preferível ao que de melhor se possa atingir pelos desvios do suicídio.

E eles, os Espíritos dos suicidas, são, realmente, os mais credenciados para tratar do assunto.



Frederico Francisco (Pseudônimo de Ivone Pereira)


Kardec Online - Revista Reformador de março de 1964

RENASCIMENTO NA CARNE




Corporificados nos atemos às grandes oportunidades

De está no planeta das modestas e felizes experiências

E nesse espetáculo sem fim, somos agradecidos Senhor

Pela benção do renascimento

Pela hora abnegada que nos conduzistes a terra

Pelas benditas asas da reencarnação

Bendito som da vida que nos enternece a alma

A nos trazer à tona nós mesmos em outra roupagem

Ó grande Deus, ó Grande Senhor

Tu que nos destes a vida

Tu que nos destes o dom de versar sobre a poesia

Tu que nos destes laços enormes com a natureza!

Eis-me Senhor a te pedir novas oportunidades na carne

Para cantar novamente os versos iluminados

Que aprendi a fazer através da visão

De espírito trabalhador da tua vinha

Grande Pai, incita-nos a melhorar sempre para cantar

A vida em essência, em flores, em divino e puro amor

Ó Brasil, ó nação, como tenho saudades!

Do canto do sabiá, da defesa dos negros indefesos

Faz-me novamente teu poeta e cantador em alegação

Daquilo que acredito e sempre acreditarei

E nessa leva de luz que tu nos aponta, eu um dos teus poetas

Peço-te um novo lugar nesse grande celeiro de bênçãos

Se me autorizares aportarei aqui novamente

Virei meu Pai para cantar novas canções

Dessa vez não avistarei nenhum navio negreiro

Nenhuma chibata a maltratar os meus irmãos de pele escura

E o meu canto será diferente

Mais preparado voarei sobre mim consciente

De que estarei em um novo corpo, em uma nova existência

Não como poeta dos escravos, mas como um teu trabalhador

E regozijado no amadurecimento que já conquistei

Te renderei graças no pivô que me colocarás

Serei eu o Castro Alves melhorado e mais ciente

De que o passado cruel o qual tanto cantei

Não está mais na terra abençoada chamada Brasil

E é aqui Pai, que desejo novamente viver para rever

Os teus mares, os rios, as florestas

O chão baiano, o chão carioca, o chão paulista...

Como um dos filhos universais que amará

A tua natureza e a toda família universal

E assim para esse pedido deposito aos teus pés

Um buquê de flores do campo nascidas aleatoriamente

Com a força bendita da mãe terra

Que com ou sem cultivo tudo nasce, brota e floresce

Em genuflexão Pai, faz de mim

Um dos teus novos trabalhadores na terra

Se me dizes sim, eu continuo em agradecimento a vida

Sim agora me dizes não, permanecerei trabalhando

Distante e perto dos meus amados irmãos brasileiros

E a poesia continuará nesse plano em mim

Com todo fervor que minha alma de poeta tem!

Agradeço-te Pai o dom de cantar e escrever

A tua natureza em letras, em versos poéticos

Através de mãos e coração que me colocastes no caminho

As quais não conheço fisicamente

E sim, a sua disponibilidade e a boa vontade

De conectar-se com as luzes das letras dos céus!

Castro Alves

Canal: Francyska Almeida-120510-Fort-Ce.

Consciência




A consciência interna é a nossa ferramenta de evolução. Sem ela nos tornamos peixes fora d’água.

Consciência de ser.

Consciência de fazer.

Consciência de agir na hora certa.

Consciência de modificar os princípios do passado que se encontram completamente fora dos propósitos atuais.

Consciência da disciplina: Um tempo para cada ação.

É o círculo da vida interna que somente se modifica através do exercício sagrado de pautar-se além das estruturas periféricas.

A nossa consciência precisa ser alargada e estendida na medida em que desejamos entrar em conexão com as nossas forças internas.

Rever a cada dia como estamos aumenta a nossa consciência, de forma que possamos sempre descobrir uma nova maneira de compreender a vida através da consciência real de ser.

Radhu

Canal: Francyska Almeida-060505-Fort-Ce.

Cegueira espiritual




Enxergar é pesar muito

Medir, olhar e contar

O que se passa no íntimo

Prá poder se melhorar



A visão é muito importante

E a claridade também

Vê-se o preto ou o branco

Mas se sente quem é bom



Mesmo de vistas apagadas

Chegando perto de um homem

A gente sente se o cabra

É ou não barra pesada



Cartola

Canal: Francyska Almeida-Fort-Ce.
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